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228
•
Atualizado Apr 9, 2026
•
Gabriela Mariano
@_marigabi_
No final da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o mundo testemunhou... Mostrar mais




















Após a Primeira Guerra Mundial, realizou-se a Conferência de Paz em Paris (janeiro de 1919), onde apenas os países vencedores participaram. As negociações basearam-se principalmente na proposta do presidente americano Wilson, que defendia o respeito pelas nacionalidades, liberdade de navegação e comércio, diplomacia transparente e redução de armamentos.
Apesar das divergências entre os vencedores, foram assinados vários acordos de paz, sendo o mais importante o Tratado de Versalhes com a Alemanha. Outros tratados foram estabelecidos com a Áustria (Saint Germain), Hungria (Trianon), Bulgária (Neuilhy) e Turquia (Sévres).
Estes tratados originaram uma nova ordem internacional baseada no direito dos povos à autodeterminação, resultando num novo mapa político europeu. Os impérios e Estados plurinacionais desapareceram, dando lugar a novos Estados-nação, consagrando o triunfo das nacionalidades. Além disso, a democracia parlamentar foi adotada na maioria dos países, incluindo os vencidos.
💡 A Alemanha foi considerada a principal responsável pela guerra e acabou por ser a maior perdedora nos tratados de paz, perdendo territórios e sendo obrigada a pagar pesadas indemnizações.

A criação da Sociedade das Nações (SDN) em 1919 foi um marco importante após a guerra. Este organismo internacional tinha como objetivo principal garantir a manutenção da paz e a segurança entre as nações, desenvolvendo a cooperação internacional.
Os países membros comprometeram-se a manter relações transparentes e abertas, subordinando suas relações às prescrições do Direito Internacional. Os conflitos seriam resolvidos pelo Tribunal Permanente de Justiça Internacional, e previa-se o desarmamento gradual. Qualquer agressão a um Estado membro implicaria a intervenção em sua defesa.
Contudo, a nova ordem internacional não favoreceu o sucesso político da SDN. A paz não foi negociada, mas imposta pelos vencedores aos vencidos. As antigas rivalidades e ambições hegemónicas rapidamente ressurgiram entre os vencedores. A distribuição das reparações de guerra gerou descontentamento em vários países, como Portugal, que se sentiram secundarizados nos seus interesses nacionais.
Na redefinição das fronteiras, a questão das minorias étnicas não foi devidamente considerada, deixando muitos povos espalhados por vários países sem respeito pela sua identidade cultural. Os Estados Unidos, descontentes com as pretensões europeias, nunca integraram a SDN nem ratificaram o Tratado de Versalhes, enfraquecendo significativamente a organização desde o seu início.

A guerra provocou enormes transformações na Europa, que perdeu a sua posição de potência hegemónica mundial. Os motivos foram diversos: elevadas perdas humanas (cerca de 8 milhões de mortos e 20 milhões de inválidos), destruição material massiva (solo agrícola, fábricas, minas e vias de comunicação), forte diminuição da produção agrícola e industrial.
A inflação galopante tornou-se um problema grave. Com a procura a exceder a oferta, verificou-se uma subida dos preços muito acima dos salários. A resposta dos governos foi aumentar a massa monetária em circulação sem o correspondente desenvolvimento económico, o que desvalorizou a moeda e agravou ainda mais a inflação.
Durante o conflito, a Europa tornou-se dependente dos EUA no abastecimento de produtos e acumulou enormes dívidas. Após a guerra, o défice agravou-se com novos empréstimos, criando um ciclo vicioso de endividamento e deterioração das balanças comerciais e de pagamentos.
💡 Em meados da década de 1920, período conhecido como "Felizes Anos Vinte", a Europa conheceu um período de prosperidade graças à estabilização monetária (1922), à adoção do taylorismo que aumentou a produção, e aos créditos americanos (1924) que permitiram aos vencidos pagar as indemnizações e aos vencedores as dívidas de guerra.

Os Estados Unidos emergiram da guerra como a principal potência económica mundial. Enquanto a Europa, ainda no início do século XX, podia afirmar-se como potência hegemónica, a partir de 1914 passou para uma situação de dependência em relação aos EUA.
Durante a guerra, os EUA forneceram à Europa matérias-primas, alimentos e armas, muitos deles a crédito. Após o conflito, possuíam cerca de 50% das reservas de ouro mundial e dominavam os mercados internacionais, incluindo a própria Europa, não só colocando mercadorias, mas também realizando investimentos e financiamentos essenciais para a reconstrução europeia.
O sucesso económico americano baseou-se no taylorismo/fordismo (produção e consumo em massa), na concentração empresarial e nas inovações técnicas. Em 1922, com a estabilidade monetária, as moedas europeias voltaram à convertibilidade, e em 1924 os créditos americanos tornaram-se a base da recuperação da Europa.
Os capitais americanos, rentabilizados na Europa, voltavam para os EUA na forma de pagamentos dos empréstimos. No início da década de 1920, Nova Iorque tornou-se no principal centro financeiro do mundo. Entre 1925-1929, o mundo capitalista viveu tempos de prosperidade americana, marcada por incessantes avanços técnicos, pela organização racional do trabalho e pela concentração empresarial.

A Rússia czarista caracterizava-se por um governo autoritário, uma sociedade fortemente hierarquizada (com clero e nobreza privilegiados), uma burguesia pouco numerosa e um povo miserável e explorado. Economicamente, era um país pobre e atrasado, com agricultura como principal atividade e indústria escassa e dependente de capitais estrangeiros.
Em 1905, após a derrota no conflito com o Japão, ocorreram várias contestações à autoridade do Czar: motins de marinheiros e soldados, ocupação de fábricas pelos operários e manifestações populares contra a fome e exploração. Para evitar uma guerra civil, o Czar liberalizou temporariamente o regime, permitindo partidos políticos e reabrindo a Duma (parlamento).
O movimento político mais significativo foi o dos sociais-democratas, divididos em duas fações: Bolcheviques (mais radicais, defendendo a via revolucionária) e Mencheviques (mais moderados, defendendo reformas graduais). Contudo, esta liberalização fracassou, e o regime continuou autoritário, fechando a Duma e perseguindo os opositores.
💡 Em 1917, a conjuntura política e económica tornou-se favorável à difusão de sentimentos revolucionários, agravados pela participação na Primeira Guerra Mundial. Em fevereiro, grandes manifestações populares em São Petersburgo e outras cidades industriais levaram à abdicação do Czar e à formação de um Governo Provisório de orientação liberal e socialista reformista.

O Governo Provisório fracassou por não atender às expectativas populares: não retirou a Rússia da guerra, não realizou reformas económicas e sociais (como a distribuição de terras) e adiou as eleições prometidas. Neste contexto, os Sovietes (conselhos de operários e soldados) ganharam força e espalharam-se por toda a Rússia, liderados pelos Bolcheviques.
Em outubro de 1917, os Bolcheviques organizaram uma insurreição armada liderada ideologicamente por Lenine e militarmente por Trotsky. Após a tomada do poder, criaram um Conselho de Comissários do Povo que implementou medidas revolucionárias: retirou a Rússia da guerra, organizou eleições para a Assembleia Constituinte (que foi dissolvida quando os Bolcheviques obtiveram apenas 25% dos votos) e transferiu o poder para o Congresso dos Sovietes.
A construção da sociedade socialista iniciou-se com a publicação de importantes decretos revolucionários: o decreto sobre a paz (retirou a Rússia da guerra); o decreto sobre a terra (aboliu a propriedade privada sem indemnização); o decreto sobre o controlo operário (atribuiu aos sovietes o controlo das grandes empresas); e o decreto sobre as nacionalidades (reconheceu o direito à autodeterminação sob a bandeira socialista).
Estas medidas provocaram forte oposição, levando à Guerra Civil (1918-1920) entre o Exército Vermelho (revolucionários) e o Exército Branco (conservadores apoiados pelos países capitalistas). Para vencer esta guerra, o regime instituiu o "Comunismo de Guerra", nacionalizando a economia, impondo trabalho obrigatório, reprimindo a indisciplina e criando a polícia política (Tcheca).

Durante a Guerra Civil, instituiu-se a ditadura do proletariado, que na prática se transformou na ditadura do Partido Comunista: a Assembleia foi dissolvida, estabeleceu-se o regime de partido único, perseguiram-se os opositores e os sovietes passaram a ser constituídos apenas por bolcheviques.
O sistema político adotado foi o centralismo democrático. Segundo esta conceção, o poder era democrático porque emanava do povo (definido como o conjunto de operários, camponeses e forças armadas), representado pelo Partido Bolchevique. A soberania partia das bases populares organizadas em sovietes, que elegiam representantes para os sovietes locais e regionais, que por sua vez elegiam o Soviete Supremo, de onde saía o governo.
Esta estrutura de poder, embora teoricamente democrática porque baseada no sufrágio universal exercido de baixo para cima, era na prática centralista, pois o poder era centralizado numa instituição suprema e exercido de forma autoritária. O partido único dominava toda a rede de poder, e a sua estrutura cimeira (a Nomenclatura) confundia-se com o Estado.
💡 Após vencer a Guerra Civil em 1920, a Rússia encontrava-se economicamente arruinada, politicamente isolada e com a população a sofrer de miséria e fome. Para salvar a Revolução, Lenine implementou a Nova Política Económica (NEP), que recuou parcialmente no processo de nacionalizações e permitiu certa iniciativa privada, mantendo o controlo estatal sobre os setores estratégicos.

A Nova Política Económica (NEP) introduziu mudanças significativas na economia soviética. Na agricultura, as requisições obrigatórias foram substituídas por um imposto fixo em géneros, as coletivizações agrárias foram temporariamente interrompidas e os camponeses puderam vender o excedente no mercado livre, o que reduziu drasticamente a percentagem de terras incultas.
Na indústria, empresas com menos de 20 trabalhadores foram desnacionalizadas, voltando muitas para os seus antigos proprietários. O governo fomentou o investimento estrangeiro, importou máquinas e permitiu a entrada de técnicos estrangeiros. Também suprimiu o trabalho obrigatório e introduziu prémios de produtividade para estimular o rendimento.
Este "recuo estratégico" manteve o essencial da economia nacionalizada (bancos, transportes, comércio externo e a média e grande indústria), mas cedeu temporariamente ao capitalismo em setores não estratégicos, sempre sob o controlo do Estado. O objetivo era consolidar a Revolução através da recuperação económica.
Em 1927, os Nepmen (pequena e média burguesia dos negócios) e os Kulaks (camponeses ricos) tinham conseguido repor e até ultrapassar os níveis de produtividade de 1913, demonstrando o sucesso económico da NEP, embora esta política tenha gerado novas contradições sociais que seriam enfrentadas mais tarde durante o período estalinista.

No início do século XX, a Europa vivia tempos de otimismo e prosperidade conhecidos como "Belle Époque". O progresso material, proporcionado pelos avanços da ciência e da técnica, era uma realidade incontestável. Contudo, a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) veio abalar todas as certezas e o otimismo das décadas anteriores.
Uma profunda crise de valores abalou a sociedade, que se viu sem referências sólidas. Este fenómeno, conhecido como anomia social, resultou da desagregação das solidariedades e dos valores tradicionais. Os antigos pilares da ordem europeia – o humanismo, a moral cristã, a democracia liberal e o respeito pelas instituições – desmoronaram-se nos anos vinte.
Esta crise deu origem a novas formas de pensar e novos comportamentos: os valores humanistas cederam perante a violência da guerra e o militarismo dos totalitarismos; a moral cristã e o puritanismo burguês deram lugar à busca do prazer e à libertinagem; a democracia liberal enfrentou a agitação socialista e a reação conservadora; e o respeito pela lei cedeu perante a desordem, o caos e o egoísmo.
💡 Neste contexto de transformação social, os movimentos feministas ganharam força. Se em meados do século XIX lutavam principalmente pela igualdade jurídica, no início do século XX passaram a exigir o direito de participação na vida política, e após a guerra, com a crescente presença da mulher em todos os setores económicos, intensificou-se o processo de emancipação feminina.

No final dos anos vinte, as mulheres tinham conquistado importantes direitos: o direito ao voto e a ser eleitas, pleno acesso a cargos públicos e maior igualdade no trabalho e na família. Emancipadas e libertas dos preconceitos, passaram a conviver socialmente com mais liberdade: frequentavam festas e clubes noturnos sem necessidade de companhia masculina, viajavam sozinhas, praticavam desporto e adotaram novos hábitos.
A moda feminina também se transformou radicalmente. As mulheres passaram a vestir-se elegantemente com saias até ao joelho, evidenciando as formas físicas, usavam cabelo curto (à garçonne), abandonaram o espartilho e adotaram o soutien, simbolizando uma nova era de liberdade pessoal.
Paralelamente, ocorreram importantes mudanças nas conceções científicas. O positivismo de meados do século XIX, que acreditava que a ciência podia explicar tudo num mundo perfeitamente ordenado e regido por leis claras, foi posto em causa no início do século XX. Filósofos como Henri Bergson defendiam que existiam outras realidades, como a atividade psíquica, que escapavam às leis da física e da matemática, valorizando a intuição como forma de conhecimento.
Paradoxalmente, foi a própria ciência que mais contribuiu para desacreditar o pensamento positivista. A microfísica descobriu que o átomo não era a partícula mais pequena da matéria, abalando certezas anteriores sobre a estrutura do universo e abrindo caminho para uma visão mais complexa e menos determinista da realidade.









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No final da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o mundo testemunhou profundas transformações políticas, económicas e sociais. Com a assinatura do Armistício pela Alemanha em 11 de novembro de 1918, iniciou-se uma nova ordem global que redefiniu fronteiras, criou novas nações... Mostrar mais

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Após a Primeira Guerra Mundial, realizou-se a Conferência de Paz em Paris (janeiro de 1919), onde apenas os países vencedores participaram. As negociações basearam-se principalmente na proposta do presidente americano Wilson, que defendia o respeito pelas nacionalidades, liberdade de navegação e comércio, diplomacia transparente e redução de armamentos.
Apesar das divergências entre os vencedores, foram assinados vários acordos de paz, sendo o mais importante o Tratado de Versalhes com a Alemanha. Outros tratados foram estabelecidos com a Áustria (Saint Germain), Hungria (Trianon), Bulgária (Neuilhy) e Turquia (Sévres).
Estes tratados originaram uma nova ordem internacional baseada no direito dos povos à autodeterminação, resultando num novo mapa político europeu. Os impérios e Estados plurinacionais desapareceram, dando lugar a novos Estados-nação, consagrando o triunfo das nacionalidades. Além disso, a democracia parlamentar foi adotada na maioria dos países, incluindo os vencidos.
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A criação da Sociedade das Nações (SDN) em 1919 foi um marco importante após a guerra. Este organismo internacional tinha como objetivo principal garantir a manutenção da paz e a segurança entre as nações, desenvolvendo a cooperação internacional.
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Contudo, a nova ordem internacional não favoreceu o sucesso político da SDN. A paz não foi negociada, mas imposta pelos vencedores aos vencidos. As antigas rivalidades e ambições hegemónicas rapidamente ressurgiram entre os vencedores. A distribuição das reparações de guerra gerou descontentamento em vários países, como Portugal, que se sentiram secundarizados nos seus interesses nacionais.
Na redefinição das fronteiras, a questão das minorias étnicas não foi devidamente considerada, deixando muitos povos espalhados por vários países sem respeito pela sua identidade cultural. Os Estados Unidos, descontentes com as pretensões europeias, nunca integraram a SDN nem ratificaram o Tratado de Versalhes, enfraquecendo significativamente a organização desde o seu início.

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A guerra provocou enormes transformações na Europa, que perdeu a sua posição de potência hegemónica mundial. Os motivos foram diversos: elevadas perdas humanas (cerca de 8 milhões de mortos e 20 milhões de inválidos), destruição material massiva (solo agrícola, fábricas, minas e vias de comunicação), forte diminuição da produção agrícola e industrial.
A inflação galopante tornou-se um problema grave. Com a procura a exceder a oferta, verificou-se uma subida dos preços muito acima dos salários. A resposta dos governos foi aumentar a massa monetária em circulação sem o correspondente desenvolvimento económico, o que desvalorizou a moeda e agravou ainda mais a inflação.
Durante o conflito, a Europa tornou-se dependente dos EUA no abastecimento de produtos e acumulou enormes dívidas. Após a guerra, o défice agravou-se com novos empréstimos, criando um ciclo vicioso de endividamento e deterioração das balanças comerciais e de pagamentos.
💡 Em meados da década de 1920, período conhecido como "Felizes Anos Vinte", a Europa conheceu um período de prosperidade graças à estabilização monetária (1922), à adoção do taylorismo que aumentou a produção, e aos créditos americanos (1924) que permitiram aos vencidos pagar as indemnizações e aos vencedores as dívidas de guerra.

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Os Estados Unidos emergiram da guerra como a principal potência económica mundial. Enquanto a Europa, ainda no início do século XX, podia afirmar-se como potência hegemónica, a partir de 1914 passou para uma situação de dependência em relação aos EUA.
Durante a guerra, os EUA forneceram à Europa matérias-primas, alimentos e armas, muitos deles a crédito. Após o conflito, possuíam cerca de 50% das reservas de ouro mundial e dominavam os mercados internacionais, incluindo a própria Europa, não só colocando mercadorias, mas também realizando investimentos e financiamentos essenciais para a reconstrução europeia.
O sucesso económico americano baseou-se no taylorismo/fordismo (produção e consumo em massa), na concentração empresarial e nas inovações técnicas. Em 1922, com a estabilidade monetária, as moedas europeias voltaram à convertibilidade, e em 1924 os créditos americanos tornaram-se a base da recuperação da Europa.
Os capitais americanos, rentabilizados na Europa, voltavam para os EUA na forma de pagamentos dos empréstimos. No início da década de 1920, Nova Iorque tornou-se no principal centro financeiro do mundo. Entre 1925-1929, o mundo capitalista viveu tempos de prosperidade americana, marcada por incessantes avanços técnicos, pela organização racional do trabalho e pela concentração empresarial.

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A Rússia czarista caracterizava-se por um governo autoritário, uma sociedade fortemente hierarquizada (com clero e nobreza privilegiados), uma burguesia pouco numerosa e um povo miserável e explorado. Economicamente, era um país pobre e atrasado, com agricultura como principal atividade e indústria escassa e dependente de capitais estrangeiros.
Em 1905, após a derrota no conflito com o Japão, ocorreram várias contestações à autoridade do Czar: motins de marinheiros e soldados, ocupação de fábricas pelos operários e manifestações populares contra a fome e exploração. Para evitar uma guerra civil, o Czar liberalizou temporariamente o regime, permitindo partidos políticos e reabrindo a Duma (parlamento).
O movimento político mais significativo foi o dos sociais-democratas, divididos em duas fações: Bolcheviques (mais radicais, defendendo a via revolucionária) e Mencheviques (mais moderados, defendendo reformas graduais). Contudo, esta liberalização fracassou, e o regime continuou autoritário, fechando a Duma e perseguindo os opositores.
💡 Em 1917, a conjuntura política e económica tornou-se favorável à difusão de sentimentos revolucionários, agravados pela participação na Primeira Guerra Mundial. Em fevereiro, grandes manifestações populares em São Petersburgo e outras cidades industriais levaram à abdicação do Czar e à formação de um Governo Provisório de orientação liberal e socialista reformista.

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O Governo Provisório fracassou por não atender às expectativas populares: não retirou a Rússia da guerra, não realizou reformas económicas e sociais (como a distribuição de terras) e adiou as eleições prometidas. Neste contexto, os Sovietes (conselhos de operários e soldados) ganharam força e espalharam-se por toda a Rússia, liderados pelos Bolcheviques.
Em outubro de 1917, os Bolcheviques organizaram uma insurreição armada liderada ideologicamente por Lenine e militarmente por Trotsky. Após a tomada do poder, criaram um Conselho de Comissários do Povo que implementou medidas revolucionárias: retirou a Rússia da guerra, organizou eleições para a Assembleia Constituinte (que foi dissolvida quando os Bolcheviques obtiveram apenas 25% dos votos) e transferiu o poder para o Congresso dos Sovietes.
A construção da sociedade socialista iniciou-se com a publicação de importantes decretos revolucionários: o decreto sobre a paz (retirou a Rússia da guerra); o decreto sobre a terra (aboliu a propriedade privada sem indemnização); o decreto sobre o controlo operário (atribuiu aos sovietes o controlo das grandes empresas); e o decreto sobre as nacionalidades (reconheceu o direito à autodeterminação sob a bandeira socialista).
Estas medidas provocaram forte oposição, levando à Guerra Civil (1918-1920) entre o Exército Vermelho (revolucionários) e o Exército Branco (conservadores apoiados pelos países capitalistas). Para vencer esta guerra, o regime instituiu o "Comunismo de Guerra", nacionalizando a economia, impondo trabalho obrigatório, reprimindo a indisciplina e criando a polícia política (Tcheca).

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Durante a Guerra Civil, instituiu-se a ditadura do proletariado, que na prática se transformou na ditadura do Partido Comunista: a Assembleia foi dissolvida, estabeleceu-se o regime de partido único, perseguiram-se os opositores e os sovietes passaram a ser constituídos apenas por bolcheviques.
O sistema político adotado foi o centralismo democrático. Segundo esta conceção, o poder era democrático porque emanava do povo (definido como o conjunto de operários, camponeses e forças armadas), representado pelo Partido Bolchevique. A soberania partia das bases populares organizadas em sovietes, que elegiam representantes para os sovietes locais e regionais, que por sua vez elegiam o Soviete Supremo, de onde saía o governo.
Esta estrutura de poder, embora teoricamente democrática porque baseada no sufrágio universal exercido de baixo para cima, era na prática centralista, pois o poder era centralizado numa instituição suprema e exercido de forma autoritária. O partido único dominava toda a rede de poder, e a sua estrutura cimeira (a Nomenclatura) confundia-se com o Estado.
💡 Após vencer a Guerra Civil em 1920, a Rússia encontrava-se economicamente arruinada, politicamente isolada e com a população a sofrer de miséria e fome. Para salvar a Revolução, Lenine implementou a Nova Política Económica (NEP), que recuou parcialmente no processo de nacionalizações e permitiu certa iniciativa privada, mantendo o controlo estatal sobre os setores estratégicos.

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A Nova Política Económica (NEP) introduziu mudanças significativas na economia soviética. Na agricultura, as requisições obrigatórias foram substituídas por um imposto fixo em géneros, as coletivizações agrárias foram temporariamente interrompidas e os camponeses puderam vender o excedente no mercado livre, o que reduziu drasticamente a percentagem de terras incultas.
Na indústria, empresas com menos de 20 trabalhadores foram desnacionalizadas, voltando muitas para os seus antigos proprietários. O governo fomentou o investimento estrangeiro, importou máquinas e permitiu a entrada de técnicos estrangeiros. Também suprimiu o trabalho obrigatório e introduziu prémios de produtividade para estimular o rendimento.
Este "recuo estratégico" manteve o essencial da economia nacionalizada (bancos, transportes, comércio externo e a média e grande indústria), mas cedeu temporariamente ao capitalismo em setores não estratégicos, sempre sob o controlo do Estado. O objetivo era consolidar a Revolução através da recuperação económica.
Em 1927, os Nepmen (pequena e média burguesia dos negócios) e os Kulaks (camponeses ricos) tinham conseguido repor e até ultrapassar os níveis de produtividade de 1913, demonstrando o sucesso económico da NEP, embora esta política tenha gerado novas contradições sociais que seriam enfrentadas mais tarde durante o período estalinista.

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No início do século XX, a Europa vivia tempos de otimismo e prosperidade conhecidos como "Belle Époque". O progresso material, proporcionado pelos avanços da ciência e da técnica, era uma realidade incontestável. Contudo, a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) veio abalar todas as certezas e o otimismo das décadas anteriores.
Uma profunda crise de valores abalou a sociedade, que se viu sem referências sólidas. Este fenómeno, conhecido como anomia social, resultou da desagregação das solidariedades e dos valores tradicionais. Os antigos pilares da ordem europeia – o humanismo, a moral cristã, a democracia liberal e o respeito pelas instituições – desmoronaram-se nos anos vinte.
Esta crise deu origem a novas formas de pensar e novos comportamentos: os valores humanistas cederam perante a violência da guerra e o militarismo dos totalitarismos; a moral cristã e o puritanismo burguês deram lugar à busca do prazer e à libertinagem; a democracia liberal enfrentou a agitação socialista e a reação conservadora; e o respeito pela lei cedeu perante a desordem, o caos e o egoísmo.
💡 Neste contexto de transformação social, os movimentos feministas ganharam força. Se em meados do século XIX lutavam principalmente pela igualdade jurídica, no início do século XX passaram a exigir o direito de participação na vida política, e após a guerra, com a crescente presença da mulher em todos os setores económicos, intensificou-se o processo de emancipação feminina.

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No final dos anos vinte, as mulheres tinham conquistado importantes direitos: o direito ao voto e a ser eleitas, pleno acesso a cargos públicos e maior igualdade no trabalho e na família. Emancipadas e libertas dos preconceitos, passaram a conviver socialmente com mais liberdade: frequentavam festas e clubes noturnos sem necessidade de companhia masculina, viajavam sozinhas, praticavam desporto e adotaram novos hábitos.
A moda feminina também se transformou radicalmente. As mulheres passaram a vestir-se elegantemente com saias até ao joelho, evidenciando as formas físicas, usavam cabelo curto (à garçonne), abandonaram o espartilho e adotaram o soutien, simbolizando uma nova era de liberdade pessoal.
Paralelamente, ocorreram importantes mudanças nas conceções científicas. O positivismo de meados do século XIX, que acreditava que a ciência podia explicar tudo num mundo perfeitamente ordenado e regido por leis claras, foi posto em causa no início do século XX. Filósofos como Henri Bergson defendiam que existiam outras realidades, como a atividade psíquica, que escapavam às leis da física e da matemática, valorizando a intuição como forma de conhecimento.
Paradoxalmente, foi a própria ciência que mais contribuiu para desacreditar o pensamento positivista. A microfísica descobriu que o átomo não era a partícula mais pequena da matéria, abalando certezas anteriores sobre a estrutura do universo e abrindo caminho para uma visão mais complexa e menos determinista da realidade.

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