A Poesia Trovadoresca, a Crónica de D. João I, a... Mostrar mais
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•
Atualizado Apr 20, 2026
•
patrícia almeida
@isaa.al
A Poesia Trovadoresca, a Crónica de D. João I, a... Mostrar mais
















A Poesia Trovadoresca desenvolveu-se entre o final do século XII e meados do século XIV no noroeste da Península Ibérica. Este género poético medieval divide-se em três tipos principais de cantigas: as cantigas de amigo, as cantigas de amor e as cantigas de escárnio e maldizer.
Nas cantigas de amigo, o sujeito poético é feminino - uma donzela que expressa sentimentos sobre o seu "amigo" (namorado). Ela pode manifestar saudade, tristeza ou alegria, geralmente confidenciando os seus sentimentos à mãe, amigas ou até à natureza. Esta ligação à natureza confere às cantigas uma espontaneidade característica.
As cantigas de amor apresentam um sujeito poético masculino que se dirige a uma "senhor" de condição superior. Os temas frequentes são a coita de amor (sofrimento amoroso pela não correspondência) e o elogio de amor cortês (louvor às qualidades físicas e psicológicas da senhora).
Sabia que? O paralelismo é uma técnica fundamental nas cantigas de amigo, consistindo na repetição de versos com as mesmas palavras ou com palavras de sentido idêntico, intensificando a expressão das emoções.
Nas cantigas de escárnio e maldizer, encontramos a sátira social. A diferença entre elas está na forma da crítica: nas de escárnio, é indireta; nas de maldizer, é direta e clara. Estas cantigas parodiam o amor cortês e criticam os costumes sociais através do humor, abordando temas como infidelidade conjugal, falsa religiosidade ou comportamentos hipócritas.

A Crónica de D. João I, escrita por Fernão Lopes (nascido entre 1380 e 1390), é um marco da literatura e história medieval portuguesa. Como guarda-mor da Torre do Tombo e cronista-mor do Reino, Fernão Lopes foi encarregado por D. Duarte, em 1434, de escrever a história dos Reis de Portugal.
Esta crónica retrata um período de grande tensão política devido à crise económica e social do século XIV. Com a morte de D. Fernando, surge um problema de sucessão: D. Leonor Teles torna-se regente, apoiada pelo Conde Andeiro, que pretendia a anexação de Portugal a Castela.
Álvaro Pais, antigo chanceler-mor, planeia matar o Conde Andeiro e escolhe para essa tarefa D. João, Mestre de Avis. O plano funciona perfeitamente: o Mestre mata o Conde e, quando aparece à janela, a população aclama-o como "Regedor e defensor do Reino".
Importante! Uma característica marcante da crónica é a valorização da consciência coletiva. Fernão Lopes não se limita a narrar eventos históricos, mas evidencia a força do povo na defesa da independência nacional.
Os capítulos principais mostram Lisboa sob cerco, com descrições vivas e emotivas. O narrador utiliza sensações auditivas e visuais, revelando-se subjetivo nos comentários. O estilo de Fernão Lopes é pormenorizado, com grande recurso à adjetivação e enumeração, destacando tanto o sofrimento da população quanto a solidariedade do Mestre de Avis, que é apresentado como um líder que toma decisões difíceis pelo bem comum.

Os levantamentos populares em várias regiões foram determinantes neste período revolucionário. O rei de Castela tenta sufocar a revolução com o cerco de Lisboa, mas a peste dizima as forças invasoras, obrigando-as a retirar. Nas Cortes de Coimbra de 1385, o Mestre de Avis é aclamado Rei de Portugal, estabelecendo uma nova monarquia.
A análise de três capítulos principais revela aspectos importantes da narrativa de Fernão Lopes:
No Capítulo 11, o cronista atua como um repórter, transmitindo as movimentações das pessoas através de sensações auditivas e visuais. Utiliza verbos de movimento e mostra-se subjetivo em suas observações, com expressões como "era estranha cousa de veer" e "era maravilhosa de veer".
O Capítulo 115 é marcado pela afirmação da consciência coletiva na defesa da cidade contra o inimigo. O registo é coloquial, as descrições são pormenorizadas e há grande recurso à adjetivação e enumeração. O Mestre de Avis é apresentado como um ator individual digno de louvor.
Dica de interpretação: Observe como Fernão Lopes alterna entre o plano geral da cidade e os planos pormenorizados, focando nos pobres, nos expulsos e nos famintos, criando uma narrativa rica e multidimensional.
No Capítulo 148, o protagonismo volta às gentes de Lisboa (ator coletivo). O estilo é vivo e emotivo, com o narrador mostrando-se solidário e tentando sensibilizar os leitores. Há descrições pormenorizadas do sofrimento da população, enquanto o Mestre de Avis aparece como um líder que toma decisões difíceis para o bem da comunidade.

A Farsa de Inês Pereira, de Gil Vicente, apresenta personagens que representam diferentes valores e comportamentos da sociedade portuguesa do século XVI.
Inês Pereira é a protagonista cuja caracterização muda ao longo da obra:
A Mãe representa a voz da experiência e sensatez, aconselhando a filha sobre o comportamento adequado e o tipo de casamento que deve procurar.
Pero Marques é um lavrador rico, mas ingénuo e rude, que desconhece as regras básicas de convívio social. Sua ingenuidade é particularmente evidente quando, já casado com Inês, carrega-a às costas para levá-la a um encontro com o Ermitão.
Não confunda! O Escudeiro Brás da Mata aparenta ser um cavalheiro refinado, mas revela-se um tirano no casamento, prendendo Inês em casa. Mais tarde, mostra-se covarde ao morrer fugindo de uma batalha.
Lianor Vaz é uma alcoviteira que apresenta pretendentes às moças casadoiras. É ela quem dá a conhecer Pero Marques a Inês e sua mãe, considerando-o um "bom marido, rico, honrado, conhecido".
As relações entre personagens revelam dinâmicas sociais importantes: o conflito geracional entre Inês e a mãe; a desilusão de Inês com o escudeiro que parecia ideal mas se revelou tirano; e a evolução da relação com Pero Marques, inicialmente rejeitado por sua rudeza, mas posteriormente aceito pela liberdade que concede a Inês.

A farsa vicentina retrata o quotidiano da sociedade portuguesa quinhentista através de várias cenas:
Gil Vicente satiriza comportamentos morais e sociais, especialmente a ascensão social da mulher através do casamento e o adultério feminino. O comportamento de Inês exemplifica ambas as situações, servindo como crítica social.
Importante para o exame! Gil Vicente utiliza diferentes tipos de cómico (de caráter, de situação e de linguagem) para provocar o riso nos espectadores, expondo assim ao ridículo os comportamentos e costumes que critica.
A farsa, como género do modo dramático, apresenta tipicamente o tema do engano. Representa cenas da vida profana que podem ser agressivas pela sátira contundente ou festivas pelo cómico hilariante.
Na linguagem da Farsa de Inês Pereira, encontramos:
Esta linguagem diversificada contribui para a caracterização das personagens e para o realismo da representação social.

A lírica camoniana manifesta-se em duas formas poéticas principais: a medida velha (corrente tradicional) e a medida nova (corrente renascentista).
Na medida velha encontramos:
Na medida nova destaca-se o soneto: duas quadras e dois tercetos de versos decassilábicos, com esquema rimático abba/abba/cdc/dcd.
A representação da mulher amada varia conforme a medida utilizada:
Aprofunda o teu conhecimento! O amor na lírica camoniana apresenta duas faces contraditórias: a carnal (amor físico) e a espiritual (amor platónico). Para o poeta, a realização total do amor só é possível através da conjugação destas duas dimensões.
Nas reflexões sobre a vida pessoal, Camões apresenta o Destino e a si próprio como responsáveis pelo seu infortúnio, expressando sentimentos de revolta, remorso, cansaço e desespero perante a existência e a morte.
A Natureza na lírica camoniana tem funções importantes: confere luz e pureza às qualidades femininas, funciona como espelho das vivências do "eu" lírico e marca a ausência ou presença da mulher amada. Manifesta-se como locus amoenus - lugar ameno, verdejante e mágico, conducente ao amor e à harmonia.

O tema do desconcerto é fundamental na lírica camoniana, surgindo da consciência do poeta sobre o mundo injusto, corrupto e maquiavélico que o rodeia e que nunca lhe é favorável. Várias realidades chocam o poeta:
Este desconcerto do mundo provoca no poeta sentimentos de espanto, revolta e inconformismo, levando-o a questionar a ordem das coisas.
O tema da mudança relaciona-se intimamente com a passagem do tempo e as transformações que provoca. Camões estabelece um contraste significativo:
Frase para recordar: "A passagem do tempo traz novidade, mas nem sempre esperança" - esta ideia resume bem a visão camoniana sobre a mudança na vida humana.
Estes temas interligam-se na obra de Camões, criando uma visão complexa da existência humana, marcada pelo confronto entre ideais e realidades, entre aspirações e desilusões, entre a perfeição desejada e a imperfeição experimentada.
A lírica camoniana reflete assim as tensões típicas do Renascimento: entre o mundo medieval que se deixava e o mundo moderno que emergia; entre a visão teocêntrica e a antropocêntrica; entre o amor cavaleiresco medieval e o amor platónico renascentista. Todas estas contradições encontram expressão nos versos do poeta, que procura compreender e conciliar estas forças opostas.

Os Lusíadas é um poema épico do género narrativo em verso, destinado a celebrar os feitos heroicos do povo português. Inspirado nas epopeias de Homero e Virgílio, Camões criou uma obra que exalta os Descobrimentos e a expansão da Fé e do Império português.
A estrutura interna da obra segue o modelo clássico:
A estrutura externa compreende 1102 estrofes distribuídas em dez cantos. As estrofes são oitavas, em versos decassílabos heroicos, seguindo o esquema rimático abababcc (rima cruzada nos seis primeiros versos e emparelhada nos dois últimos).
Conceito-chave: A epopeia camoniana desenvolve-se em quatro planos narrativos que se entrelaçam: o plano da viagem de Vasco da Gama à Índia, o plano da História de Portugal, o plano da Mitologia e o plano das reflexões do poeta.
A matéria épica centra-se nos feitos dos descobridores e conquistadores portugueses, que Camões coloca acima dos feitos dos heróis da Antiguidade Clássica. Os Descobrimentos são apresentados como um assunto grandioso, de interesse nacional e universal, destacando a descoberta do caminho marítimo para a Índia e os obstáculos enfrentados: as ciladas de Baco, tempestades, doenças e traições.
Vasco da Gama, ao narrar ao rei de Melinde os feitos do seu povo, poetiza a História de Portugal, desde Luso até D. Manuel (1497). Paralelamente, no plano mitológico, Júpiter, auxiliando Vénus, prediz feitos heroicos futuros dos portugueses.

O sublime do canto é uma característica essencial d'Os Lusíadas. Na Invocação, o poeta pede às Tágides (ninfas do Tejo) que lhe concedam um estilo grandioso e elevado, com o objetivo de imortalizar os feitos dos portugueses. Esta grandeza estilística manifesta-se no uso de vocabulário formal e numa eloquência superior, própria do género épico.
A mitificação do herói é outro elemento fundamental da epopeia camoniana. O povo português é apresentado como herói coletivo, simbolizado frequentemente na figura de Vasco da Gama. O herói é notabilizado pelos seus feitos guerreiros, pela sua coragem e pelo seu altruísmo.
Para refletir: Camões eleva os portugueses a um nível mítico, acima dos poderes terrenos, transformando a história em lenda e os homens em semi-deuses pela grandeza dos seus feitos.
Nesta obra, Camões consegue conciliar elementos da cultura clássica com a visão cristã do mundo, num equilíbrio característico do Renascimento. Os deuses do Olimpo funcionam como alegorias que representam forças favoráveis ou adversas aos portugueses na sua missão histórica.
A linguagem d'Os Lusíadas é marcada pelo uso de figuras de estilo como a hipérbole, a comparação, a metáfora e a personificação, que contribuem para a magnificência do estilo e para a exaltação dos feitos narrados.
A obra termina com uma exortação ao jovem rei D. Sebastião, incentivando-o a seguir o exemplo dos seus antepassados e a realizar novos feitos dignos de serem cantados, numa clara demonstração do propósito didático e patriótico que anima toda a epopeia.

Os Lusíadas organizam-se numa estrutura bem definida que entrelaça os diferentes planos narrativos ao longo dos dez cantos. A obra inicia-se com a Proposição, Invocação e Dedicatória (estâncias 1 a 18 do Canto I), seguidas pela Narração que se estende até ao final.
No Canto I, após as partes introdutórias, acompanhamos:
No Canto II continua a narrativa da viagem com:
Nota importante: No Canto III começa a grande analepse (flashback) da obra, quando Vasco da Gama narra ao rei de Melinde a História de Portugal, desde suas origens até ao século XIV, incluindo episódios marcantes como a Batalha de Ourique, a Batalha do Salado e a morte de Inês de Castro.
Esta estrutura complexa permite a Camões entrelaçar o presente da navegação com o passado histórico, criando uma visão abrangente da grandeza portuguesa. O uso da analepse é um recurso narrativo fundamental que permite ao poeta incluir séculos de história dentro da narrativa principal da viagem à Índia.
A partir deste ponto, os cantos seguintes continuarão a desenvolver estes planos narrativos, alternando entre o presente da viagem, a história passada de Portugal, as intervenções mitológicas e as reflexões do poeta sobre diversos temas.





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A Poesia Trovadoresca, a Crónica de D. João I, a Farsa de Inês Pereira, as Rimas e Os Lusíadas são obras fundamentais do programa de Português do 10º ano. Vamos explorar estas obras, os seus autores, características e temas principais... Mostrar mais

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A Poesia Trovadoresca desenvolveu-se entre o final do século XII e meados do século XIV no noroeste da Península Ibérica. Este género poético medieval divide-se em três tipos principais de cantigas: as cantigas de amigo, as cantigas de amor e as cantigas de escárnio e maldizer.
Nas cantigas de amigo, o sujeito poético é feminino - uma donzela que expressa sentimentos sobre o seu "amigo" (namorado). Ela pode manifestar saudade, tristeza ou alegria, geralmente confidenciando os seus sentimentos à mãe, amigas ou até à natureza. Esta ligação à natureza confere às cantigas uma espontaneidade característica.
As cantigas de amor apresentam um sujeito poético masculino que se dirige a uma "senhor" de condição superior. Os temas frequentes são a coita de amor (sofrimento amoroso pela não correspondência) e o elogio de amor cortês (louvor às qualidades físicas e psicológicas da senhora).
Sabia que? O paralelismo é uma técnica fundamental nas cantigas de amigo, consistindo na repetição de versos com as mesmas palavras ou com palavras de sentido idêntico, intensificando a expressão das emoções.
Nas cantigas de escárnio e maldizer, encontramos a sátira social. A diferença entre elas está na forma da crítica: nas de escárnio, é indireta; nas de maldizer, é direta e clara. Estas cantigas parodiam o amor cortês e criticam os costumes sociais através do humor, abordando temas como infidelidade conjugal, falsa religiosidade ou comportamentos hipócritas.

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A Crónica de D. João I, escrita por Fernão Lopes (nascido entre 1380 e 1390), é um marco da literatura e história medieval portuguesa. Como guarda-mor da Torre do Tombo e cronista-mor do Reino, Fernão Lopes foi encarregado por D. Duarte, em 1434, de escrever a história dos Reis de Portugal.
Esta crónica retrata um período de grande tensão política devido à crise económica e social do século XIV. Com a morte de D. Fernando, surge um problema de sucessão: D. Leonor Teles torna-se regente, apoiada pelo Conde Andeiro, que pretendia a anexação de Portugal a Castela.
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Importante! Uma característica marcante da crónica é a valorização da consciência coletiva. Fernão Lopes não se limita a narrar eventos históricos, mas evidencia a força do povo na defesa da independência nacional.
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Os levantamentos populares em várias regiões foram determinantes neste período revolucionário. O rei de Castela tenta sufocar a revolução com o cerco de Lisboa, mas a peste dizima as forças invasoras, obrigando-as a retirar. Nas Cortes de Coimbra de 1385, o Mestre de Avis é aclamado Rei de Portugal, estabelecendo uma nova monarquia.
A análise de três capítulos principais revela aspectos importantes da narrativa de Fernão Lopes:
No Capítulo 11, o cronista atua como um repórter, transmitindo as movimentações das pessoas através de sensações auditivas e visuais. Utiliza verbos de movimento e mostra-se subjetivo em suas observações, com expressões como "era estranha cousa de veer" e "era maravilhosa de veer".
O Capítulo 115 é marcado pela afirmação da consciência coletiva na defesa da cidade contra o inimigo. O registo é coloquial, as descrições são pormenorizadas e há grande recurso à adjetivação e enumeração. O Mestre de Avis é apresentado como um ator individual digno de louvor.
Dica de interpretação: Observe como Fernão Lopes alterna entre o plano geral da cidade e os planos pormenorizados, focando nos pobres, nos expulsos e nos famintos, criando uma narrativa rica e multidimensional.
No Capítulo 148, o protagonismo volta às gentes de Lisboa (ator coletivo). O estilo é vivo e emotivo, com o narrador mostrando-se solidário e tentando sensibilizar os leitores. Há descrições pormenorizadas do sofrimento da população, enquanto o Mestre de Avis aparece como um líder que toma decisões difíceis para o bem da comunidade.

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A Farsa de Inês Pereira, de Gil Vicente, apresenta personagens que representam diferentes valores e comportamentos da sociedade portuguesa do século XVI.
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A Mãe representa a voz da experiência e sensatez, aconselhando a filha sobre o comportamento adequado e o tipo de casamento que deve procurar.
Pero Marques é um lavrador rico, mas ingénuo e rude, que desconhece as regras básicas de convívio social. Sua ingenuidade é particularmente evidente quando, já casado com Inês, carrega-a às costas para levá-la a um encontro com o Ermitão.
Não confunda! O Escudeiro Brás da Mata aparenta ser um cavalheiro refinado, mas revela-se um tirano no casamento, prendendo Inês em casa. Mais tarde, mostra-se covarde ao morrer fugindo de uma batalha.
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As relações entre personagens revelam dinâmicas sociais importantes: o conflito geracional entre Inês e a mãe; a desilusão de Inês com o escudeiro que parecia ideal mas se revelou tirano; e a evolução da relação com Pero Marques, inicialmente rejeitado por sua rudeza, mas posteriormente aceito pela liberdade que concede a Inês.

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A farsa vicentina retrata o quotidiano da sociedade portuguesa quinhentista através de várias cenas:
Gil Vicente satiriza comportamentos morais e sociais, especialmente a ascensão social da mulher através do casamento e o adultério feminino. O comportamento de Inês exemplifica ambas as situações, servindo como crítica social.
Importante para o exame! Gil Vicente utiliza diferentes tipos de cómico (de caráter, de situação e de linguagem) para provocar o riso nos espectadores, expondo assim ao ridículo os comportamentos e costumes que critica.
A farsa, como género do modo dramático, apresenta tipicamente o tema do engano. Representa cenas da vida profana que podem ser agressivas pela sátira contundente ou festivas pelo cómico hilariante.
Na linguagem da Farsa de Inês Pereira, encontramos:
Esta linguagem diversificada contribui para a caracterização das personagens e para o realismo da representação social.

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Nas reflexões sobre a vida pessoal, Camões apresenta o Destino e a si próprio como responsáveis pelo seu infortúnio, expressando sentimentos de revolta, remorso, cansaço e desespero perante a existência e a morte.
A Natureza na lírica camoniana tem funções importantes: confere luz e pureza às qualidades femininas, funciona como espelho das vivências do "eu" lírico e marca a ausência ou presença da mulher amada. Manifesta-se como locus amoenus - lugar ameno, verdejante e mágico, conducente ao amor e à harmonia.

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O tema do desconcerto é fundamental na lírica camoniana, surgindo da consciência do poeta sobre o mundo injusto, corrupto e maquiavélico que o rodeia e que nunca lhe é favorável. Várias realidades chocam o poeta:
Este desconcerto do mundo provoca no poeta sentimentos de espanto, revolta e inconformismo, levando-o a questionar a ordem das coisas.
O tema da mudança relaciona-se intimamente com a passagem do tempo e as transformações que provoca. Camões estabelece um contraste significativo:
Frase para recordar: "A passagem do tempo traz novidade, mas nem sempre esperança" - esta ideia resume bem a visão camoniana sobre a mudança na vida humana.
Estes temas interligam-se na obra de Camões, criando uma visão complexa da existência humana, marcada pelo confronto entre ideais e realidades, entre aspirações e desilusões, entre a perfeição desejada e a imperfeição experimentada.
A lírica camoniana reflete assim as tensões típicas do Renascimento: entre o mundo medieval que se deixava e o mundo moderno que emergia; entre a visão teocêntrica e a antropocêntrica; entre o amor cavaleiresco medieval e o amor platónico renascentista. Todas estas contradições encontram expressão nos versos do poeta, que procura compreender e conciliar estas forças opostas.

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Os Lusíadas é um poema épico do género narrativo em verso, destinado a celebrar os feitos heroicos do povo português. Inspirado nas epopeias de Homero e Virgílio, Camões criou uma obra que exalta os Descobrimentos e a expansão da Fé e do Império português.
A estrutura interna da obra segue o modelo clássico:
A estrutura externa compreende 1102 estrofes distribuídas em dez cantos. As estrofes são oitavas, em versos decassílabos heroicos, seguindo o esquema rimático abababcc (rima cruzada nos seis primeiros versos e emparelhada nos dois últimos).
Conceito-chave: A epopeia camoniana desenvolve-se em quatro planos narrativos que se entrelaçam: o plano da viagem de Vasco da Gama à Índia, o plano da História de Portugal, o plano da Mitologia e o plano das reflexões do poeta.
A matéria épica centra-se nos feitos dos descobridores e conquistadores portugueses, que Camões coloca acima dos feitos dos heróis da Antiguidade Clássica. Os Descobrimentos são apresentados como um assunto grandioso, de interesse nacional e universal, destacando a descoberta do caminho marítimo para a Índia e os obstáculos enfrentados: as ciladas de Baco, tempestades, doenças e traições.
Vasco da Gama, ao narrar ao rei de Melinde os feitos do seu povo, poetiza a História de Portugal, desde Luso até D. Manuel (1497). Paralelamente, no plano mitológico, Júpiter, auxiliando Vénus, prediz feitos heroicos futuros dos portugueses.

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O sublime do canto é uma característica essencial d'Os Lusíadas. Na Invocação, o poeta pede às Tágides (ninfas do Tejo) que lhe concedam um estilo grandioso e elevado, com o objetivo de imortalizar os feitos dos portugueses. Esta grandeza estilística manifesta-se no uso de vocabulário formal e numa eloquência superior, própria do género épico.
A mitificação do herói é outro elemento fundamental da epopeia camoniana. O povo português é apresentado como herói coletivo, simbolizado frequentemente na figura de Vasco da Gama. O herói é notabilizado pelos seus feitos guerreiros, pela sua coragem e pelo seu altruísmo.
Para refletir: Camões eleva os portugueses a um nível mítico, acima dos poderes terrenos, transformando a história em lenda e os homens em semi-deuses pela grandeza dos seus feitos.
Nesta obra, Camões consegue conciliar elementos da cultura clássica com a visão cristã do mundo, num equilíbrio característico do Renascimento. Os deuses do Olimpo funcionam como alegorias que representam forças favoráveis ou adversas aos portugueses na sua missão histórica.
A linguagem d'Os Lusíadas é marcada pelo uso de figuras de estilo como a hipérbole, a comparação, a metáfora e a personificação, que contribuem para a magnificência do estilo e para a exaltação dos feitos narrados.
A obra termina com uma exortação ao jovem rei D. Sebastião, incentivando-o a seguir o exemplo dos seus antepassados e a realizar novos feitos dignos de serem cantados, numa clara demonstração do propósito didático e patriótico que anima toda a epopeia.

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Os Lusíadas organizam-se numa estrutura bem definida que entrelaça os diferentes planos narrativos ao longo dos dez cantos. A obra inicia-se com a Proposição, Invocação e Dedicatória (estâncias 1 a 18 do Canto I), seguidas pela Narração que se estende até ao final.
No Canto I, após as partes introdutórias, acompanhamos:
No Canto II continua a narrativa da viagem com:
Nota importante: No Canto III começa a grande analepse (flashback) da obra, quando Vasco da Gama narra ao rei de Melinde a História de Portugal, desde suas origens até ao século XIV, incluindo episódios marcantes como a Batalha de Ourique, a Batalha do Salado e a morte de Inês de Castro.
Esta estrutura complexa permite a Camões entrelaçar o presente da navegação com o passado histórico, criando uma visão abrangente da grandeza portuguesa. O uso da analepse é um recurso narrativo fundamental que permite ao poeta incluir séculos de história dentro da narrativa principal da viagem à Índia.
A partir deste ponto, os cantos seguintes continuarão a desenvolver estes planos narrativos, alternando entre o presente da viagem, a história passada de Portugal, as intervenções mitológicas e as reflexões do poeta sobre diversos temas.

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