Transportes Membranares
Toda a célula depende das trocas que realiza com o meio extracelular para sobreviver. A membrana plasmática, com a sua bicamada fosfolipídica, é semipermeável e controla estas trocas fundamentais.
O transporte passivo ocorre a favor do gradiente de concentração, sem gasto energético. Na difusão simples, gases como O₂, CO₂ e N₂ atravessam diretamente a bicamada fosfolipídica. Já a osmose é o movimento de água entre meios com diferentes concentrações. Quando uma célula está num meio hipertónico (mais concentrado), perde água e pode ficar plasmolisada. Em meio hipotónico, a água entra na célula, podendo provocar a sua lise em células animais ou pressão de turgescência em células vegetais.
A difusão facilitada também é um transporte passivo, mas utiliza proteínas específicas (canais ou permeases) para facilitar a passagem de certas moléculas. Por outro lado, o transporte ativo move substâncias contra o gradiente de concentração, necessitando de energia (ATP) e proteínas transportadoras. A exocitose (saída) e a endocitose (entrada) são processos que transportam macromoléculas através de vesículas.
💡 Lembra-te que a diferença principal entre transporte passivo e ativo é o gasto de energia - apenas o transporte ativo consome ATP!
Os organismos autotróficos são capazes de produzir o seu próprio alimento, constituindo a base das cadeias alimentares. Eles podem ser fotossintetizantes (plantas, algas, cianobactérias) ou quimiossintetizantes (algumas bactérias). Na fotossíntese, a energia luminosa é convertida em energia química, permitindo a produção de compostos orgânicos a partir de substâncias inorgânicas.









