O Fidalgo
O Fidalgo, representante da nobreza, aparece na obra carregado de vaidade e prepotência. Ele chega acompanhado por um pajem que carrega seu manto e cadeira, símbolos claros da sua ostentação e tirania.
O Diabo acusa-o de ser vaidoso, tirano e opressor dos mais fracos. Além disso, critica sua falsa religiosidade, pois embora se diga devoto, viveu uma vida de infidelidade e prazeres mundanos. Sua postura altiva e presunçosa contrasta com sua ingenuidade, pois nem percebe que também era traído.
Como defesa, o Fidalgo menciona apenas seu status social elevado e afirma ter deixado pessoas rezando por sua alma - argumentos fracos diante das acusações.
💡 Curiosamente, o Fidalgo é ingénuo em dois sentidos: acredita que sua posição social garante salvação e não percebe que também era traído enquanto traía sua esposa.












