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322
•
Atualizado Mar 30, 2026
•
Sofia Dias
@sofiadias_
A queda da Primeira República portuguesa, a Grande Depressão de... Mostrar mais
















A Primeira República portuguesa enfrentou graves problemas económicos que se intensificaram com a entrada do país na Primeira Guerra Mundial. A falta de bens essenciais levou ao racionamento, enquanto a produção industrial caía drasticamente. O défice comercial e a dívida pública aumentaram significativamente.
Para tentar resolver estes problemas, os governos aumentaram a massa monetária em circulação, o que resultou numa desvalorização da moeda e numa inflação galopante. O custo de vida disparou, afetando principalmente as classes médias e os operários.
A instabilidade política foi outro fator determinante para a queda da República. Em apenas 16 anos, Portugal teve 7 eleições gerais, 8 presidentes e 45 governos diferentes! A fragmentação do Partido Republicano intensificou as lutas político-partidárias, enfraquecendo ainda mais o regime.
Sabia que... Em 1919, após o assassinato de Sidónio Pais, Portugal chegou a viver uma guerra civil, com os monárquicos a proclamarem a efémera "Monarquia do Norte" no Porto, rapidamente derrotada pelas forças republicanas.
A agitação social completou o cenário de crise. Os republicanos enfrentavam a oposição dos monárquicos e dos católicos, que perderam poder com as políticas laicas da República. As classes médias viram o seu poder de compra reduzir-se a metade, enquanto o operariado realizava greves constantes devido às condições miseráveis em que vivia.

A influência do marxismo-leninismo nas classes trabalhadoras alarmou os grandes proprietários e capitalistas, que temiam o aumento de impostos e as greves. Ao mesmo tempo, as classes médias ansiavam por um governo forte que trouxesse paz, estabilidade e desenvolvimento económico.
Foi neste contexto que, a 28 de maio de 1926, o General Gomes da Costa organizou uma revolta militar em Braga que rapidamente se estendeu a todo o exército nacional. Em apenas três dias, o Presidente do Ministério demitiu-se, o Parlamento foi encerrado e o Presidente da República renunciou ao cargo.
Inicialmente, Mendes Cabeçadas assumiu o poder, sendo substituído em junho por Gomes da Costa. Finalmente, em julho, Oscar Carmona derrubou Gomes da Costa e passou a governar o país em Ditadura Militar, permanecendo no poder durante 25 anos (a partir de 1932, apenas como Presidente da República).
A crise económica que começou nos EUA em 1929 rapidamente se espalhou para os países que dependiam de créditos e investimentos americanos. Esta crise teve origem na chamada "era da prosperidade" (1925-1929), quando vários fatores já ameaçavam a economia:

O mercado de ações americano vivia de especulação, com investidores comprando ações a preços superiores ao seu valor real. Em outubro de 1929, preocupados com a queda dos lucros industriais, os investidores começaram a vender suas ações em massa.
O pânico instalou-se em 24 de outubro, a "quinta-feira negra", quando 13 milhões de títulos foram colocados à venda a preços baixíssimos sem encontrar compradores. A situação piorou na "terça-feira negra" (29 de outubro), com mais 16 milhões de ações tendo o mesmo destino. Este evento ficou conhecido como o crash de Wall Street.
Como a maioria dos títulos havia sido comprada através de empréstimos bancários, a falência dos investidores levou à falência dos bancos. Entre 1929 e 1933, mais de 10 mil bancos fecharam as portas, paralisando a economia americana ao eliminar o crédito, base da prosperidade do país.
Atenção! A especulação bolsista foi um dos principais fatores que levaram ao crash. Quando os preços começaram a cair, o pânico instalou-se e o sistema financeiro entrou em colapso.
Com a retirada dos investidores e as restrições de crédito, muitas empresas faliram, especialmente as pequenas. O desemprego atingiu mais de 12 milhões de pessoas em 1933. A procura diminuiu, a produção industrial abrandou e os preços baixaram.

A crise atingiu também o setor agrícola, com os preços dos produtos a caírem drasticamente. Por todo o lado, hipotecavam-se propriedades, abatia-se gado e destruíam-se produções porque davam prejuízo aos agricultores.
Os salários sofreram cortes drásticos. Sem segurança social, formaram-se filas intermináveis de pessoas à espera de refeições oferecidas por instituições de caridade. Bairros de lata cresciam nas periferias das cidades, e a delinquência, a corrupção e o "gangsterismo" aumentaram consideravelmente.
A crise espalhou-se rapidamente para outras economias, especialmente as dependentes dos Estados Unidos:
A inflação do pós-guerra deu lugar a uma deflação, caracterizada pela diminuição do investimento, da produção, da procura e dos preços. As autoridades políticas agravaram a situação com medidas desastrosas, como o aumento das taxas sobre importações nos EUA de 26% para 50% em 1930.
Face à crise, o economista britânico John Keynes propôs um maior intervencionismo do Estado na economia. Contra as políticas deflacionistas, Keynes defendia uma inflação controlada e um papel ativo do Estado como organizador da economia e regulador do mercado.

Em 1932, Franklin Roosevelt foi eleito presidente dos Estados Unidos. Influenciado por Keynes, implementou um conjunto de medidas conhecido como New Deal para combater a crise.
Na primeira fase (1933-1934), Roosevelt tomou medidas financeiras, como o controlo dos bancos e a desvalorização do dólar. Investiu em grandes obras públicas (estradas, escolas, barragens), gerando empregos. Na agricultura, concedeu empréstimos bonificados e reduziu as áreas cultivadas, pagando indemnizações aos agricultores. Na indústria, estabeleceu preços mínimos e máximos e limitou a produção.
A segunda fase (1935-1938) teve caráter mais social, criando um verdadeiro Estado Providência:
Importante! O New Deal representou uma mudança fundamental na abordagem económica americana, com o Estado assumindo um papel ativo na regulação da economia e no bem-estar social.
Face ao avanço da extrema-direita, formaram-se amplas coligações de esquerda chamadas Frentes Populares em França e Espanha, compostas por socialistas, comunistas, radicais e anarquistas.

Na França, sob a liderança do socialista Léon Blum (1936-1938), os Acordos de Matignon estabeleceram contratos coletivos de trabalho, reconheceram a liberdade sindical e previram aumentos salariais. Outras medidas incluíram a semana de 40 horas, férias pagas de 15 dias por ano, aumento da escolaridade obrigatória, controlo estatal do Banco de França e nacionalização das fábricas de armamento.
Em Espanha, a Frente Popular liderada por Manuel Azaña venceu as eleições de fevereiro de 1936. Enfrentando as forças conservadoras, decretou a amnistia dos presos políticos, a separação Igreja-Estado, o direito à greve e à ocupação de terras não cultivadas, além de aumentar os salários em 15%. A reação foi rápida: em julho, os nacionalistas revoltaram-se contra a República, iniciando a Guerra Civil Espanhola (1936-1939).
Enquanto algumas democracias resistiam à crise, outros países adotaram regimes totalitários. Na Itália, em outubro de 1922, os "camisas negras" de Mussolini marcharam sobre Roma, pressionando o rei Vítor Manuel III a nomear Mussolini chefe do governo. Na Alemanha, o putsch de Hitler em Munique (1923) falhou, mas as ideias nazistas continuaram a ganhar força na década seguinte.
Os regimes fascista e nazista caracterizavam-se pelo totalitarismo e nacionalismo. Consideravam o interesse da coletividade, a grandeza da Nação e a supremacia do Estado acima do indivíduo. Rejeitavam a democracia partidária e o parlamentarismo, reprimiam o socialismo e a luta de classes, e eram incompatíveis com o ideal socialista do internacionalismo proletário.

O fascismo baseava-se no princípio de que os homens não são iguais e que o governo deve pertencer às elites. Os líderes - o Duce (Mussolini) na Itália e o Führer (Hitler) na Alemanha - eram promovidos a heróis e cultuados como símbolos do Estado e da Nação.
As elites incluíam também a "raça dominante" (para Hitler, a raça ariana), os soldados, os membros do partido e os homens em geral. Às mulheres cabia a vida doméstica, resumida nos "três K" alemães: Kinder, Küche, Kirche (crianças, cozinha, igreja).
Tanto na Itália quanto na Alemanha, os jovens eram integrados desde cedo em organizações que os doutrinavam nos valores do regime. Na Itália, as crianças ingressavam nos Filhos da Loba aos 4 anos, depois nos Balillas , Vanguardistas (14-18) e Juventudes Fascistas (a partir dos 18). As raparigas entravam nas Jovens Italianas. Na Alemanha, os jovens eram incorporados nas Juventudes Hitlerianas a partir dos 10 anos, e as raparigas na Liga das Jovens Alemãs.
Nestas organizações, aprendiam o culto ao Estado e ao chefe, o amor pelo desporto e pela guerra, e o desprezo pelos valores intelectuais. A educação completava-se na escola, com professores subjugados ao regime e manuais repletos de princípios totalitários.
Curiosidade: A propaganda fascista era extremamente eficaz, usando técnicas audiovisuais modernas e grandiosas manifestações públicas cuidadosamente encenadas para impressionar as multidões.

A repressão e a violência eram elementos fundamentais dos regimes totalitários. Na Itália, os "camisas negras" foram reconhecidos oficialmente como milícias armadas do Partido Nacional Fascista em 1923, recebendo o nome de Milícia Voluntária para a Segurança Nacional. A polícia política (OVRA), criada em 1925, vigiava e reprimia qualquer oposição.
Na Alemanha, o Partido Nazi criou as Secções de Assalto (SA) e as Secções de Segurança (SS), conhecidas pela sua brutalidade. Com a vitória do nazismo em 1933, foi criada a Gestapo (polícia política) e os primeiros campos de concentração, onde se exterminavam os opositores.
Os nazis eram obcecados com o "apuramento" da raça ariana e promoviam o eugenismo, aplicando as leis da genética na reprodução humana. Incentivavam casamentos entre membros das SS e jovens mulheres com "superiores qualidades raciais", enquanto eliminavam pessoas com deficiência, doentes incuráveis e idosos incapacitados em câmaras de gás, num "programa de eutanásia".
Os homossexuais também foram perseguidos, com o encerramento dos seus locais de encontro e das instituições que defendiam os seus direitos. Segundo a ideologia nazi, os alemães deveriam dominar o mundo, mesmo à custa da submissão ou eliminação de povos considerados "inferiores", como judeus, ciganos e eslavos.

O antissemitismo nazi manifestou-se desde 1933, com o boicote às lojas de judeus, a proibição de exercerem funções públicas ou profissões liberais, e restrições na entrada nas universidades. Em 1935, as Leis de Nuremberga proibiram o casamento e as relações entre arianos e judeus, e privaram os alemães de origem judaica da nacionalidade.
Em 1938, as empresas judaicas foram liquidadas e seus bens confiscados. Na "Noite de Cristal" , sinagogas e lojas judaicas foram destruídas. Os judeus foram proibidos de exercer qualquer profissão e de frequentar lugares públicos, sendo obrigados a usar a estrela amarela como identificação.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o antissemitismo nazi atingiu o seu auge. Na Conferência de Wannsee (janeiro de 1942), foi formalizada a "solução final do problema judaico" - o extermínio sistemático dos judeus. No Holocausto, quase 6 milhões de judeus foram mortos, além de ciganos, homossexuais e outros grupos perseguidos.
Para recuperar a economia, Itália e Alemanha adotaram uma política económica intervencionista e nacionalista conhecida como autarcia, que defendia a autossuficiência económica e a redução das importações.
Na Itália, o modelo económico era dirigido pelo Estado através do corporativismo - organismos que reuniam empregadores e empregados por ramos de atividade, proibindo greves e lockouts. Foram realizadas "batalhas de produção" como a "batalha da lira" (estabilização da moeda), a "batalha do trigo" (aumento da produção de cereais) e a "batalha da bonificação" (recuperação de terras pantanosas).

Na Alemanha, a política de grandes obras públicas (autoestradas, aeródromos, pontes) ajudou a reduzir o desemprego. Entre 1936 e 1939, o Estado reforçou a autarcia e o dirigismo económico, fixando preços e tornando o país autossuficiente em vários produtos. O amplo programa de rearmamento elevou a indústria alemã ao segundo lugar mundial nos setores da siderurgia, química e eletricidade.
Após a morte de Lenine em janeiro de 1924, Estaline venceu as disputas internas do Partido Comunista e tornou-se o líder da União Soviética. Entre 1928 e 1953, instaurou um regime totalitário baseado no culto da personalidade e no uso do terror.
Estaline implementou a coletivização dos campos, fundindo pequenas propriedades em grandes explorações conjuntas chamadas kolkhozes. Os kulaks (pequenos proprietários) viram suas terras e gado confiscados e foram forçados a integrar estas quintas coletivas. A resistência dos camponeses e as requisições violentas ordenadas por Estaline resultaram na terrível fome de 1932-1933, que afetou gravemente a Ucrânia.
Não esqueça! A economia soviética foi organizada através de planos quinquenais. O 1º plano (1928-1932) focou-se na indústria pesada, o 2º (1933-1937) na indústria ligeira e bens de consumo, e o 3º (1938-1941) nas indústrias pesada, hidroelétrica e química, sendo interrompido pela Segunda Guerra Mundial.





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Sofia Dias
@sofiadias_
A queda da Primeira República portuguesa, a Grande Depressão de 1929 e a ascensão de regimes totalitários marcaram profundamente o século XX. Neste período conturbado, vimos democracias em crise, economias colapsadas e o surgimento de ideologias radicais que transformaram o... Mostrar mais

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A Primeira República portuguesa enfrentou graves problemas económicos que se intensificaram com a entrada do país na Primeira Guerra Mundial. A falta de bens essenciais levou ao racionamento, enquanto a produção industrial caía drasticamente. O défice comercial e a dívida pública aumentaram significativamente.
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Foi neste contexto que, a 28 de maio de 1926, o General Gomes da Costa organizou uma revolta militar em Braga que rapidamente se estendeu a todo o exército nacional. Em apenas três dias, o Presidente do Ministério demitiu-se, o Parlamento foi encerrado e o Presidente da República renunciou ao cargo.
Inicialmente, Mendes Cabeçadas assumiu o poder, sendo substituído em junho por Gomes da Costa. Finalmente, em julho, Oscar Carmona derrubou Gomes da Costa e passou a governar o país em Ditadura Militar, permanecendo no poder durante 25 anos (a partir de 1932, apenas como Presidente da República).
A crise económica que começou nos EUA em 1929 rapidamente se espalhou para os países que dependiam de créditos e investimentos americanos. Esta crise teve origem na chamada "era da prosperidade" (1925-1929), quando vários fatores já ameaçavam a economia:

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O mercado de ações americano vivia de especulação, com investidores comprando ações a preços superiores ao seu valor real. Em outubro de 1929, preocupados com a queda dos lucros industriais, os investidores começaram a vender suas ações em massa.
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Atenção! A especulação bolsista foi um dos principais fatores que levaram ao crash. Quando os preços começaram a cair, o pânico instalou-se e o sistema financeiro entrou em colapso.
Com a retirada dos investidores e as restrições de crédito, muitas empresas faliram, especialmente as pequenas. O desemprego atingiu mais de 12 milhões de pessoas em 1933. A procura diminuiu, a produção industrial abrandou e os preços baixaram.

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A crise atingiu também o setor agrícola, com os preços dos produtos a caírem drasticamente. Por todo o lado, hipotecavam-se propriedades, abatia-se gado e destruíam-se produções porque davam prejuízo aos agricultores.
Os salários sofreram cortes drásticos. Sem segurança social, formaram-se filas intermináveis de pessoas à espera de refeições oferecidas por instituições de caridade. Bairros de lata cresciam nas periferias das cidades, e a delinquência, a corrupção e o "gangsterismo" aumentaram consideravelmente.
A crise espalhou-se rapidamente para outras economias, especialmente as dependentes dos Estados Unidos:
A inflação do pós-guerra deu lugar a uma deflação, caracterizada pela diminuição do investimento, da produção, da procura e dos preços. As autoridades políticas agravaram a situação com medidas desastrosas, como o aumento das taxas sobre importações nos EUA de 26% para 50% em 1930.
Face à crise, o economista britânico John Keynes propôs um maior intervencionismo do Estado na economia. Contra as políticas deflacionistas, Keynes defendia uma inflação controlada e um papel ativo do Estado como organizador da economia e regulador do mercado.

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Em 1932, Franklin Roosevelt foi eleito presidente dos Estados Unidos. Influenciado por Keynes, implementou um conjunto de medidas conhecido como New Deal para combater a crise.
Na primeira fase (1933-1934), Roosevelt tomou medidas financeiras, como o controlo dos bancos e a desvalorização do dólar. Investiu em grandes obras públicas (estradas, escolas, barragens), gerando empregos. Na agricultura, concedeu empréstimos bonificados e reduziu as áreas cultivadas, pagando indemnizações aos agricultores. Na indústria, estabeleceu preços mínimos e máximos e limitou a produção.
A segunda fase (1935-1938) teve caráter mais social, criando um verdadeiro Estado Providência:
Importante! O New Deal representou uma mudança fundamental na abordagem económica americana, com o Estado assumindo um papel ativo na regulação da economia e no bem-estar social.
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Na França, sob a liderança do socialista Léon Blum (1936-1938), os Acordos de Matignon estabeleceram contratos coletivos de trabalho, reconheceram a liberdade sindical e previram aumentos salariais. Outras medidas incluíram a semana de 40 horas, férias pagas de 15 dias por ano, aumento da escolaridade obrigatória, controlo estatal do Banco de França e nacionalização das fábricas de armamento.
Em Espanha, a Frente Popular liderada por Manuel Azaña venceu as eleições de fevereiro de 1936. Enfrentando as forças conservadoras, decretou a amnistia dos presos políticos, a separação Igreja-Estado, o direito à greve e à ocupação de terras não cultivadas, além de aumentar os salários em 15%. A reação foi rápida: em julho, os nacionalistas revoltaram-se contra a República, iniciando a Guerra Civil Espanhola (1936-1939).
Enquanto algumas democracias resistiam à crise, outros países adotaram regimes totalitários. Na Itália, em outubro de 1922, os "camisas negras" de Mussolini marcharam sobre Roma, pressionando o rei Vítor Manuel III a nomear Mussolini chefe do governo. Na Alemanha, o putsch de Hitler em Munique (1923) falhou, mas as ideias nazistas continuaram a ganhar força na década seguinte.
Os regimes fascista e nazista caracterizavam-se pelo totalitarismo e nacionalismo. Consideravam o interesse da coletividade, a grandeza da Nação e a supremacia do Estado acima do indivíduo. Rejeitavam a democracia partidária e o parlamentarismo, reprimiam o socialismo e a luta de classes, e eram incompatíveis com o ideal socialista do internacionalismo proletário.

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As elites incluíam também a "raça dominante" (para Hitler, a raça ariana), os soldados, os membros do partido e os homens em geral. Às mulheres cabia a vida doméstica, resumida nos "três K" alemães: Kinder, Küche, Kirche (crianças, cozinha, igreja).
Tanto na Itália quanto na Alemanha, os jovens eram integrados desde cedo em organizações que os doutrinavam nos valores do regime. Na Itália, as crianças ingressavam nos Filhos da Loba aos 4 anos, depois nos Balillas , Vanguardistas (14-18) e Juventudes Fascistas (a partir dos 18). As raparigas entravam nas Jovens Italianas. Na Alemanha, os jovens eram incorporados nas Juventudes Hitlerianas a partir dos 10 anos, e as raparigas na Liga das Jovens Alemãs.
Nestas organizações, aprendiam o culto ao Estado e ao chefe, o amor pelo desporto e pela guerra, e o desprezo pelos valores intelectuais. A educação completava-se na escola, com professores subjugados ao regime e manuais repletos de princípios totalitários.
Curiosidade: A propaganda fascista era extremamente eficaz, usando técnicas audiovisuais modernas e grandiosas manifestações públicas cuidadosamente encenadas para impressionar as multidões.

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A repressão e a violência eram elementos fundamentais dos regimes totalitários. Na Itália, os "camisas negras" foram reconhecidos oficialmente como milícias armadas do Partido Nacional Fascista em 1923, recebendo o nome de Milícia Voluntária para a Segurança Nacional. A polícia política (OVRA), criada em 1925, vigiava e reprimia qualquer oposição.
Na Alemanha, o Partido Nazi criou as Secções de Assalto (SA) e as Secções de Segurança (SS), conhecidas pela sua brutalidade. Com a vitória do nazismo em 1933, foi criada a Gestapo (polícia política) e os primeiros campos de concentração, onde se exterminavam os opositores.
Os nazis eram obcecados com o "apuramento" da raça ariana e promoviam o eugenismo, aplicando as leis da genética na reprodução humana. Incentivavam casamentos entre membros das SS e jovens mulheres com "superiores qualidades raciais", enquanto eliminavam pessoas com deficiência, doentes incuráveis e idosos incapacitados em câmaras de gás, num "programa de eutanásia".
Os homossexuais também foram perseguidos, com o encerramento dos seus locais de encontro e das instituições que defendiam os seus direitos. Segundo a ideologia nazi, os alemães deveriam dominar o mundo, mesmo à custa da submissão ou eliminação de povos considerados "inferiores", como judeus, ciganos e eslavos.

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O antissemitismo nazi manifestou-se desde 1933, com o boicote às lojas de judeus, a proibição de exercerem funções públicas ou profissões liberais, e restrições na entrada nas universidades. Em 1935, as Leis de Nuremberga proibiram o casamento e as relações entre arianos e judeus, e privaram os alemães de origem judaica da nacionalidade.
Em 1938, as empresas judaicas foram liquidadas e seus bens confiscados. Na "Noite de Cristal" , sinagogas e lojas judaicas foram destruídas. Os judeus foram proibidos de exercer qualquer profissão e de frequentar lugares públicos, sendo obrigados a usar a estrela amarela como identificação.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o antissemitismo nazi atingiu o seu auge. Na Conferência de Wannsee (janeiro de 1942), foi formalizada a "solução final do problema judaico" - o extermínio sistemático dos judeus. No Holocausto, quase 6 milhões de judeus foram mortos, além de ciganos, homossexuais e outros grupos perseguidos.
Para recuperar a economia, Itália e Alemanha adotaram uma política económica intervencionista e nacionalista conhecida como autarcia, que defendia a autossuficiência económica e a redução das importações.
Na Itália, o modelo económico era dirigido pelo Estado através do corporativismo - organismos que reuniam empregadores e empregados por ramos de atividade, proibindo greves e lockouts. Foram realizadas "batalhas de produção" como a "batalha da lira" (estabilização da moeda), a "batalha do trigo" (aumento da produção de cereais) e a "batalha da bonificação" (recuperação de terras pantanosas).

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Na Alemanha, a política de grandes obras públicas (autoestradas, aeródromos, pontes) ajudou a reduzir o desemprego. Entre 1936 e 1939, o Estado reforçou a autarcia e o dirigismo económico, fixando preços e tornando o país autossuficiente em vários produtos. O amplo programa de rearmamento elevou a indústria alemã ao segundo lugar mundial nos setores da siderurgia, química e eletricidade.
Após a morte de Lenine em janeiro de 1924, Estaline venceu as disputas internas do Partido Comunista e tornou-se o líder da União Soviética. Entre 1928 e 1953, instaurou um regime totalitário baseado no culto da personalidade e no uso do terror.
Estaline implementou a coletivização dos campos, fundindo pequenas propriedades em grandes explorações conjuntas chamadas kolkhozes. Os kulaks (pequenos proprietários) viram suas terras e gado confiscados e foram forçados a integrar estas quintas coletivas. A resistência dos camponeses e as requisições violentas ordenadas por Estaline resultaram na terrível fome de 1932-1933, que afetou gravemente a Ucrânia.
Não esqueça! A economia soviética foi organizada através de planos quinquenais. O 1º plano (1928-1932) focou-se na indústria pesada, o 2º (1933-1937) na indústria ligeira e bens de consumo, e o 3º (1938-1941) nas indústrias pesada, hidroelétrica e química, sendo interrompido pela Segunda Guerra Mundial.

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